Rock in Rio 2026

Espaço Favela do Rock in Rio 2026 destaca protagonismo feminino na música

Espaço Favela do Rock in Rio 2026 destaca protagonismo feminino na música

O Rock in Rio 2026 já sinaliza um line-up plural, daqueles que misturam ritmos, gerações e estilos dentro do mesmo festival. No Espaço Favela, esse mosaico ganha um capítulo especial: ao longo dos sete dias de evento, seis artistas mulheres sobem ao palco para representar diferentes cenas da música brasileira, do samba ao rock, passando por funk, pagode, trap e brega.

Mart'nália, Marvvila, MC Carol, Budah, Priscila Senna e Roberta Dittz, vocalista da banda Canto Cego, formam um time que atravessa décadas de história musical e também novas gerações que despontam nas plataformas digitais. É o tipo de programação que, assim como quem busca variedade em outras formas de entretenimento - seja música, seja explorando opções como jogos que pagam disponíveis em plataformas digitais -, entrega diversidade de experiências dentro de um único espaço. jogos que pagam

Mart'nália representa o samba

Filha de Martinho da Vila, Mart'nália carrega o samba no DNA, mas construiu uma trajetória completamente própria. Com décadas de carreira, tornou-se uma das grandes vozes do samba contemporâneo e chega ao Espaço Favela representando não apenas uma tradição musical, mas também o legado de uma família que ajudou a escrever a história do gênero no Brasil.

Marvvila e MC Carol representam pagode e funk

Nascida em Bento Ribeiro, no subúrbio do Rio, Marvvila começou na igreja e na escola antes de ganhar projeção nacional no The Voice Brasil. Depois de passar pelo Big Brother Brasil e por grandes festivais, ela reforça no Espaço Favela a presença feminina em um gênero historicamente dominado por homens. Já MC Carol chega com uma carreira construída sobre músicas que dialogam com questões sociais e comportamento, ampliando as possibilidades de representação feminina no funk.

Budah e Priscila Senna trazem a diversidade regional

A capixaba Budah transita entre R&B, trap e rap, mostrando como a música urbana brasileira está em constante transformação. Do Nordeste, Priscila Senna chega representando a força do brega pernambucano, com músicas marcadas pelo romantismo, reforçando a diversidade de sotaques e histórias que o Espaço Favela reúne em um só palco.

Roberta Dittz e a potência do rock periférico

Vocalista do Canto Cego, banda formada em 2010 a partir da mistura entre rock e poesia e diretamente ligada à Favela da Maré, Roberta Dittz já passou por palcos como Circo Voador, Imperator e o Montreux Jazz Festival, na Suíça. O grupo esteve na primeira edição do Espaço Favela, em 2019, retornou em 2024 e agora volta para mostrar, mais uma vez, a força musical que vem das periferias. Juntas, as seis artistas atravessam gerações, territórios e estilos, provando que a diversidade é o que torna o Espaço Favela um dos pontos mais especiais do Rock in Rio 2026.